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  • As concentrações de lactato no sangue podem aumentar significativamente após um curto estímulo de natação?

     

    Ainda hoje (2019), muito se reproduz acerca do lactato e sua utilização no monitoramento e definição da carga de treino. Até que ponto protocolos de 30, 40 até 50 anos atrás podem estar justos a realidade dos atletas de hoje?

    Quanto de fato devo seguir avaliando com base nas médias quando se trata de um recordista mundial e ou campeão olímpico, por exemplo? A que médias eles pertencem?

    Na linha deste raciocínio buscamos identificar questões peculiares dos atletas de alta performance da natação (ranking 10 do mundo), objetivamos entender traços da cinética do lactato que auxiliassem os staffs para tomadas de decisões, ajustes nos programas de treinos, especificamente para este tipo de atleta de altíssimo nível, evitando assim as reproduções que podem colocar em xeque a alta performance e a conquista de resultados expressivos.

    ... a mesma carga externa de treinamento (CET) utilizada durante uma sessão pode gerar adaptações ou respostas, cargas internas de treinamento (CIT) diferenciadas para atletas diferentes (HOA 2018).

    Confira abaixo um resumo do artigo no nosso fisiologista Helvio Affonso, em parceria com o treinador de natação Arilson Silva e o professor Ricardo J. Fernandes, publicado em janeiro de 2019 na revista científica J Sci Med Central.

    Abstract

    This study examined the blood lactate concentrations ([La-]) after vigorous swimming exercises of very short durations. Three top 10 World ranked male swimmers performed three bouts at maximal intensity in their best swimming technique, one of 10 m (starting without fixed support) and two of 15 m (pushing the wall and the starting block). Blood samples were collected 30 s after the swims and [La-] were assessed using a portable analyser. Swimming performances were evaluated using a digital chronometer. The main results were that for maximal intensity efforts lasting approximately 5 to 6 s, independently of swimming front crawl, butterfly or breaststroke, swimmers produced 12 to 22 mmol.l-1of [La-]. Therefore, the idea that creatine phosphate and ATP can power by themselves intense muscle contraction for 5 to 6 s should be questioned. As the current swimmers are 50 m events specialists, it seems logical that their tremendous metabolic power is supported by both high-energy phosphates and anaerobic glycolysis. Elite swimmers are like finely tuned race cars that are trained (or should be) to have a physiological background that match the demands and requirements of their races. In the future, we will try to deeply characterize these type of exertions in very highly trained individuals also looking for non-conventional biomarkers particularly regarding oxidative stress. Practitioners of other sports and of different levels will also be analysed

    Quer conferir o artigo inteiro? Clique no link:

    https://www.jscimedcentral.com/SportsMedicine/sportsmedicine-6-1139.pdf


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